ESTUDE NO IFSC Data de Publicação: 30 abr 2026 15:30 Data de Atualização: 30 abr 2026 18:21
Júlia Crochemore Restrepo tem 45 anos, uma formação e carreira consolidadas: é formada em Letras, tem mestrado em Linguística e atua como servidora pública (revisora de textos) na UFSC. No entanto, sua paixão pelo meio ambiente a levou a buscar uma nova formação. Ela relata que a vontade de estudar no IFSC surgiu a partir de seu envolvimento com um projeto de compostagem comunitária no Campeche, chamado Laboratório Terra Orgânica.
"Eu e dois colegas que estavam comigo no laboratório, a gente pensou, 'nossa, a gente podia fazer uma formação para falar com mais propriedade de educação ambiental'. E aí surgiu a vontade de fazer o técnico e logo em seguida abriu vaga para sorteio. Eu me inscrevi e entrei no IFSC.", conta Júlia.
Embora já tivesse experiência internacional (morou na França na adolescência e durante o mestrado), Júlia não imaginava viver um intercâmbio acadêmico nesta fase da vida, cursando um técnico subsequente. No Instituto Politécnico de Beja (IPBeja), Júlia trabalha no projeto "Fito MPs", que une plantas e microplásticos. A pesquisa investiga o uso do capim Vetiver para despoluir a água de contaminações. "O propósito do projeto é verificar se as plantas de vetiver são capazes de remover microplástico de águas residuais, porque o microplástico, como todo mundo sabe, é um grande problema de poluição.", comenta.
Júlia ressalta que a oportunidade só foi possível graças à estrutura de apoio do IFSC, destacando que a instituição abraça estudantes de diferentes idades e momentos de vida. "Nossa, eu achei incrível que o IFSC oferecesse essas bolsas. Eu não sabia que elas existiam quando eu entrei. Tem um papel essencial, eu não teria feito de outra forma. E com bolsa, né? Eu não teria saído sem bolsa", complementa.
Ouça o papo completo:
A conversa está disponível também no Spotify: https://www.youtube.com/watch?v=dcQg0LDnDww&pp=0gcJCd8KAYcqIYzv